Qual a relação do estresse com a alta ingestão calórica?

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Rotina conturbada, estudos, trabalho, problemas no transporte… São tantos os motivos que nos provocam estresse no dia a dia, não é verdade? Como o nosso organismo reage a essa alteração hormonal constante?
O estresse é uma condição que acarreta uma série de processos fisiológicos e comportamentais, podendo estar relacionado às pressões do trabalho, família e outras responsabilidades diárias, o que leva ao desequilíbrio em diversos aspectos da vida.
Uma revisão sistemática mostrou que estudantes recém-chegados em faculdades ou universidades são acometido por altos níveis de angústia psicológica. Diversos fatores são considerados as principais causas deste aumento do estresse nestes jovens, entre elas a pressão do curso, aumento da carga de trabalho, privação de sono e, principalmente, as mudanças nos padrões alimentares.
Não é nenhuma novidade que a nutrição é essencial para a promoção e manutenção de uma boa saúde durante todo o curso da vida. As deficiências nutricionais podem contribuir com estilos de vida pouco saudáveis, inclusive, para aumentar o desequilíbrio corporal e potencializar os níveis de estresse. Ou seja, você fica estressado e come mais alimentos pouco nutritivos, e isso acarreta em aumento maior do estresse. Como uma roda gigante.
Estudos recentes relatam que o estresse aumenta os níveis de cortisol, promovendo a indução do aumento na ingestão de alimentos ricos em gordura para controlar. Isso acontece em um mecanismo de recompensa em alimentos doces e palatáveis, que contribuem para minimizar o estresse. Um estudo envolvendo 40 mulheres concluiu que as participantes com maior nível de estresse optavam por alimentos doces e com alto teor de gordura, quando comparadas àquelas com baixo estresse. E claro, essas escolhas acarretam em ganho de peso e aumento das reações inflamatórias que desequilibram a homeostase do corpo.
O atendimento nutricional deve levar majoritariamente em consideração todo o nível de estresse do paciente, e escolher opções alimentares que possam minimizar esses efeitos, e contribuir para a não ingestão de alimentos calóricos nesse desequilíbrio.
 



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